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Technology is the new freedom

Existe uma fala muito pertinente nas comunidades de tecnologia que é Pessoas são maiores que tecnologia (pessoas > tecnologia), mas sabemos bem que quando se trata de pessoas existe uma diversidade que pode ser categorizada por gênero, sexualidade, raça, etc e dentro dessas ainda mais outras. Para esse artigo, apresentarei de maneira geral o problema e depois entrarei no recorte de gênero e a diversidade intrínseca nessa categoria, finalizando em como a tecnologia pode ser um instrumento de mudança. O problema que vamos tratar aqui é a relação que existe entre o encarceramento em massa e a tecnologia. O que uma coisa tem a ver com a outra e como a tecnologia pode ajudar a resolver pontos dentro desse mundo totalmente desumanizado.

Porque falar disso?

Temos uma grande população (cerca de 800 mil, 335 a cada 100 mil) de pessoas no sistema penitenciário, que engloba os regimes fechado, semiaberto e aberto em abrigos para cumprimento de pena. Destes, 61,7% são negros e dos que estão em regime fechado mais de 40% ainda não foram julgados. Se continuar nesse ritmo, a quantidade de presos pode chegar a 1,5 milhão em 2025. Estima-se que no ano 2075, para cada grupo de 10 pessoas, 1 estará em algum desses regimes. Desse número total de encarcerados, 42 mil são mulheres e 68% delas são negras, 75% tem até o ensino fundamental completo, um indicador de baixa renda e de localidade.

O que levou a isso?

Falando a partir da perspectiva de cor (que é a maioria nos números), tudo inicia a partir de 1824 (64 anos antes da falsa abolição) quando foi instituído leis onde a escola era direito de todos os cidadãos, mas cidadãos eram apenas os portugueses, seus filhos e os libertos. Os libertos eram quem tinha rendimentos, posses e um total

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Não é eufemismo dizer que esse foi o melhor fechamento de um ciclo que a sétima arte mainstream presenciou até o dado momento. 

Não é discurso de fã, não é exagero. É o verídico e justo.

Com onze anos de construção, a conclusão dessa fase que garantiu risadas, suspiros, lágrimas e perdas em Vingadores Ultimato. A estréia desta quinta-feira (25/04) é um filme digno de  aplausos, tanto para toda a equipe técnica quanto ao nosso saudoso excelsior  Stan Lee e por todo vínculo criado entre expectador e criador.

Visibilidade, comédia, cenas de tirar o fôlego, arrepios e muito choro só foram uma parte das sensações que o último filme da primeira fase da MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) nos deixou.

Dividido em três atos perfeitos, vemos durante o longa de três horas um desdobramento que responde e encaixa cada lacuna deixada em aberto em Guerra Infinita, como um quebra-cabeça muito bem desenvolvido e funcional. 

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O conto do Barba Azul, produzido originalmente por Charles Perrault e adaptado pela Dra Clarissa Pinkola Estés, em seu livro Mulheres que correm com os lobos conta sobre um homem muito rico e que causava estranhamento por um detalhe em sua aparência, a sua barba azul.

No conto, ele já havia casado seis vezes, mas ninguém sabia o que tinha acontecido com suas esposas. Um dia ele visitou um dos seus vizinhos e pediu para casar com uma de suas filhas, e toda a família ficou apavorada, mas ele conseguiu casar com a mais nova das irmãs. Os dois casaram e foram viver em um castelo muito nobre.

Algum tempo depois, o Barba Azul saiu para viajar, e entregou a chave de todas as portas do castelo para sua esposa, mas uma dessas portas ele proibiu que ela entrasse. Após alguns dias pensando no que havia lá, sua esposa resolveu bisbilhotar o que havia no quarto, e ela descobriu o macabro segredo do marido: o chão do quarto estava todo manchado de sangue, e os corpos das ex-esposas do Barba Azul estavam pendurados na parede.

Assustada, a jovem esposa sai do aposento, mas para seu espanto, a chavinha começa a sangrar sem parar e suja seu vestido. Ela tenta limpar a chave de todas as maneiras, mas é impossível; assim, a esposa esconde a chave no armário, onde mancha todas as roupas.

Ao voltar de viagem, o homem procura saber se suas ordens foram obedecidas. Ao descobrir a “traição”, ele diz a esposa que ela será a próxima, mas ela pede 15 minutos para se reconciliar com Deus antes da morte. Com esse tempo, ela consegue ajuda e seus irmãos enfim matam o Barba Azul e ela fica livre.

“Todas as criaturas precisam aprender que existem predadores. Sem esse conhecimento, a mulher será incapaz de se movimentar com segurança dentro de sua própria floresta sem ser devorada. Compreender o predador significa tornar-se um animal maduro pouco vulnerável à ingenuidade, inexperiência ou insensatez.”

Dra Clarissa nos deixa alguns ensinamentos importantes, como o fato de que precisamos aprender

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O Hacktoberfest é uma celebração mundial da comunidade Open Source que ocorre durante o mês de Outubro para incentivar a contribuição em projetos de código aberto com espaço para todos os níveis de conhecimento. No último sábado, 06 de outubro, aconteceu finalmente e tão esperada edição do Hacktoberfest em solo recifense. O local escolhido foi a Faculdade Integrada de Pernambuco (Facipe) na sala da Google for Education.

Estivemos lá e vamos contar tudo que rolou!

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Quando a sua pesquisa envolve algoritmos e seus impactos na sociedade você acaba usando quase tudo do seu dia a dia como parte do seu estudo. Pois bem decidi documentar no medium algumas das reflexões que tenho feito. A bola da vez é a animação Next Gen, produção original da Netflix que estreou no dia 7 de setembro. A animação fala da amizade de uma menina e um robô e de como juntos combateram o mal. Falando parece mais uma animação de robô. Porém o que quero compartilhar com vocês é como esta animação promove discussões bem mais profundas.

No inicio da animação é possível perceber a transição que o filme faz de uma sociedade sem tecnologia para uma sociedade dependente da tecnologia e isso é retratado por meio da relação dos pais da personagem principal a mai. Após o pai largar a família a mãe compra um robô, que no filme é retratado como um "filho adotivo" pois ele é tratado pela mãe como se fosse seu filho mais novo e conforme Mai cresce mais próximo do robô a mãe fica. Este tipo de abordagem não está tão longe de nossa realidade né?! já existem países onde a interação robô-humano é quase a mesma coisa que humano-humano, por exemplo no Japão já existe uma robô jornalista e âncora de um telejornal, chamada Erica e ela está ao lado de um jornalista de carne osso. e o que dizer da robô Sofia que se tornou a primeira robô da história a ter cidadania , no caso, o país que lhe concedeu isso foi a Arábia Saudita. O primeiro caso ocorreu este ano e o segundo caso ocorreu no final do ano passado.

Outro ponto que me chamou muito a atenção além de cada pessoa (aqui lê-se de crianças a idosos) terem um robô de estimação, eles são programados para

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