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O Hacktoberfest é uma celebração mundial da comunidade Open Source que ocorre durante o mês de Outubro para incentivar a contribuição em projetos de código aberto com espaço para todos os níveis de conhecimento. No último sábado, 06 de outubro, aconteceu finalmente e tão esperada edição do Hacktoberfest em solo recifense. O local escolhido foi a Faculdade Integrada de Pernambuco (Facipe) na sala da Google for Education.

Estivemos lá e vamos contar tudo que rolou!

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O conto do Barba Azul, produzido originalmente por Charles Perrault e adaptado pela Dra Clarissa Pinkola Estés, em seu livro Mulheres que correm com os lobos conta sobre um homem muito rico e que causava estranhamento por um detalhe em sua aparência, a sua barba azul.

No conto, ele já havia casado seis vezes, mas ninguém sabia o que tinha acontecido com suas esposas. Um dia ele visitou um dos seus vizinhos e pediu para casar com uma de suas filhas, e toda a família ficou apavorada, mas ele conseguiu casar com a mais nova das irmãs. Os dois casaram e foram viver em um castelo muito nobre.

Algum tempo depois, o Barba Azul saiu para viajar, e entregou a chave de todas as portas do castelo para sua esposa, mas uma dessas portas ele proibiu que ela entrasse. Após alguns dias pensando no que havia lá, sua esposa resolveu bisbilhotar o que havia no quarto, e ela descobriu o macabro segredo do marido: o chão do quarto estava todo manchado de sangue, e os corpos das ex-esposas do Barba Azul estavam pendurados na parede.

Assustada, a jovem esposa sai do aposento, mas para seu espanto, a chavinha começa a sangrar sem parar e suja seu vestido. Ela tenta limpar a chave de todas as maneiras, mas é impossível; assim, a esposa esconde a chave no armário, onde mancha todas as roupas.

Ao voltar de viagem, o homem procura saber se suas ordens foram obedecidas. Ao descobrir a “traição”, ele diz a esposa que ela será a próxima, mas ela pede 15 minutos para se reconciliar com Deus antes da morte. Com esse tempo, ela consegue ajuda e seus irmãos enfim matam o Barba Azul e ela fica livre.

“Todas as criaturas precisam aprender que existem predadores. Sem esse conhecimento, a mulher será incapaz de se movimentar com segurança dentro de sua própria floresta sem ser devorada. Compreender o predador significa tornar-se um animal maduro pouco vulnerável à ingenuidade, inexperiência ou insensatez.”

Dra Clarissa nos deixa alguns ensinamentos importantes, como o fato de que precisamos aprender

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O Hacktoberfest é uma celebração mundial da comunidade Open Source que ocorre durante o mês de outubro para incentivar a contribuição em projetos de código aberto. E o mais legal: Não importa seu nível de conhecimento, sempre tem uma forma de contribuir nos repositórios que participam do evento (desde programação até documentação). 

Nesta ano, as comunidades ChatBot Pernambuco, ReciHub, Geek Night Recife, OxenTI - PE, Women Who Code - Recife, PHP Pernambuco e PyLadies Recife também farão parte do movimento e estão realizando o evento 1º Hacktoberfest em Recife no dia 6 de outubro. 

Em conjunto com o Github, Twillio e Digital Ocean serão concedidas palestras e workshops focadas no ambiente Open Source e de maneira que todas as pessoas interessadas (não importa o nível de conhecimento/experiência) podem participar.

E ao final, todos que realizarem as atividades irão ganhar uma camisa exclusiva para eternizar esse momento incrível.

E uma coisa muito importante: Hacktoberfest em Recife está fazendo um

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Quando a sua pesquisa envolve algoritmos e seus impactos na sociedade você acaba usando quase tudo do seu dia a dia como parte do seu estudo. Pois bem decidi documentar no medium algumas das reflexões que tenho feito. A bola da vez é a animação Next Gen, produção original da Netflix que estreou no dia 7 de setembro. A animação fala da amizade de uma menina e um robô e de como juntos combateram o mal. Falando parece mais uma animação de robô. Porém o que quero compartilhar com vocês é como esta animação promove discussões bem mais profundas.

No inicio da animação é possível perceber a transição que o filme faz de uma sociedade sem tecnologia para uma sociedade dependente da tecnologia e isso é retratado por meio da relação dos pais da personagem principal a mai. Após o pai largar a família a mãe compra um robô, que no filme é retratado como um "filho adotivo" pois ele é tratado pela mãe como se fosse seu filho mais novo e conforme Mai cresce mais próximo do robô a mãe fica. Este tipo de abordagem não está tão longe de nossa realidade né?! já existem países onde a interação robô-humano é quase a mesma coisa que humano-humano, por exemplo no Japão já existe uma robô jornalista e âncora de um telejornal, chamada Erica e ela está ao lado de um jornalista de carne osso. e o que dizer da robô Sofia que se tornou a primeira robô da história a ter cidadania , no caso, o país que lhe concedeu isso foi a Arábia Saudita. O primeiro caso ocorreu este ano e o segundo caso ocorreu no final do ano passado.

Outro ponto que me chamou muito a atenção além de cada pessoa (aqui lê-se de crianças a idosos) terem um robô de estimação, eles são programados para

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Já que você entrou aqui trago verdades: Em 100 dias você não vai se tornar uma excelente programadora, mas é tempo suficiente para você conhecer um pouco da área, ter imersão com programação e isso pode fazer uma grande diferença na sua vida.

E se você já programa em alguma linguagem, esses 100 dias pode ser uma ótima oportunidade para aprofundar, tirar um projeto da gaveta ou aprender algo novo (uma linguagem, framework ou biblioteca).

Programar é algo meio abstrato no começo. Mas, se você começar vai perceber que código também é uma forma de se expressar no mundo. E as mulheres são minoria quando se trata de expressar através da tecnologia.

Apenas 17%* das pessoas brasileiras que programam são mulheres. Há uma série de dificuldades para mulheres conhecer, entrar ou permanecer na área de tecnologia e ciência, principalmente por conta do machismo e sexismo enraizado na sociedade.

Em 2016, dados do IBGE apontaram que a proporção de mulheres conectadas à internet foi maior que a de homens: 65,5% delas tinham conexão, enquanto eles 63,8%. Fica a questão: Quantas dessas mulheres sabem como a internet funciona e tem habilidade de programar?

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