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Incluir efetivamente as mulheres na tecnologia, computação e engenharia é uma necessidade que tem sido muito comentada ultimamente. Pensando nisso, lembrei-me do que foi publicado na mídia ano passado, informando que existe um déficit de profissionais para atender à demanda de Tecnologia da Informação até 2020: aproximadamente 1,2 milhão de vagas estarão disponíveis, mas a estimativa é de que apenas 400 mil sejam ocupadas no total.

Será que poucas mulheres se profissionalizando em TI seria um dos motivos da imensa sobra de vagas? Relacionando com outras fontes questionei: “computação e tecnologia são para mulheres?”. Vejamos.

Primeira turma de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP), registro de 1971.

(Primeira turma de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP), registro de 1971)

O índice de mulheres que ingressaram em cursos superiores de Computação no Brasil é desproporcional à população feminina (metade da população mundial) e, com o passar do tempo, ficou ainda pior: de 34,89% em 1991 para 15,53% em 2013. No mercado de trabalho, a disparidade não é diferente – na década de 1980, as mulheres representavam 40% das principais empresas de Computação do mundo; em 2008, o número caiu para 18%.

Os motivos da pequena representação feminina são complexos, mas alguns exemplos reais podem nos dizer alguma coisa:

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