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Quando a sua pesquisa envolve algoritmos e seus impactos na sociedade você acaba usando quase tudo do seu dia a dia como parte do seu estudo. Pois bem decidi documentar no medium algumas das reflexões que tenho feito. A bola da vez é a animação Next Gen, produção original da Netflix que estreou no dia 7 de setembro. A animação fala da amizade de uma menina e um robô e de como juntos combateram o mal. Falando parece mais uma animação de robô. Porém o que quero compartilhar com vocês é como esta animação promove discussões bem mais profundas.

No inicio da animação é possível perceber a transição que o filme faz de uma sociedade sem tecnologia para uma sociedade dependente da tecnologia e isso é retratado por meio da relação dos pais da personagem principal a mai. Após o pai largar a família a mãe compra um robô, que no filme é retratado como um "filho adotivo" pois ele é tratado pela mãe como se fosse seu filho mais novo e conforme Mai cresce mais próximo do robô a mãe fica. Este tipo de abordagem não está tão longe de nossa realidade né?! já existem países onde a interação robô-humano é quase a mesma coisa que humano-humano, por exemplo no Japão já existe uma robô jornalista e âncora de um telejornal, chamada Erica e ela está ao lado de um jornalista de carne osso. e o que dizer da robô Sofia que se tornou a primeira robô da história a ter cidadania , no caso, o país que lhe concedeu isso foi a Arábia Saudita. O primeiro caso ocorreu este ano e o segundo caso ocorreu no final do ano passado.

Outro ponto que me chamou muito a atenção além de cada pessoa (aqui lê-se de crianças a idosos) terem um robô de estimação, eles são programados para

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O Hacktoberfest é uma celebração mundial da comunidade Open Source que ocorre durante o mês de outubro para incentivar a contribuição em projetos de código aberto. E o mais legal: Não importa seu nível de conhecimento, sempre tem uma forma de contribuir nos repositórios que participam do evento (desde programação até documentação). 

Nesta ano, as comunidades ChatBot Pernambuco, ReciHub, Geek Night Recife, OxenTI - PE, Women Who Code - Recife, PHP Pernambuco e PyLadies Recife também farão parte do movimento e estão realizando o evento 1º Hacktoberfest em Recife no dia 6 de outubro. 

Em conjunto com o Github, Twillio e Digital Ocean serão concedidas palestras e workshops focadas no ambiente Open Source e de maneira que todas as pessoas interessadas (não importa o nível de conhecimento/experiência) podem participar.

E ao final, todos que realizarem as atividades irão ganhar uma camisa exclusiva para eternizar esse momento incrível.

E uma coisa muito importante: Hacktoberfest em Recife está fazendo um

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Roadsec é o maior evento de hacking e segurança da informação da América Latina. O evento é espalhado por todo Brasil e estivemos na edição de Recife \o/

 

Aproveitamos a oportunidade e produzimos algumas entrevistas com palestrantes e entusiastas da área, abordando temas estratégicos e que merecem toda atenção da sociedade e dos profissionais de tecnologia.

 

Se liga: pega teu café, cerveja ou água e vem aproveitar o conteúdo desse bate papo que pode fazer toda diferença na sua carreira!

 

E para começar.... Entrevista com Boot Santos!

 

Boot Santos é entusiasta da Segurança da Informação, desenvolvedor do CTF-H4K (Sucuri Hacker Club) e organizador do Hackaflag, maior campeonato de CTF da América Latina.

 

InspirAda: Quais as dicas que você daria para quem quer começar área,  jogar CTF e participar de Hackaflag?

 

Boot Santos: Eu recomendo que as pessoas comece pelo básico. Estudem os princípios das coisas, entendam a base computacional, e com isso tentem subverter o sistema para entender como funciona os ataques e consequentemente

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Já que você entrou aqui trago verdades: Em 100 dias você não vai se tornar uma excelente programadora, mas é tempo suficiente para você conhecer um pouco da área, ter imersão com programação e isso pode fazer uma grande diferença na sua vida.

E se você já programa em alguma linguagem, esses 100 dias pode ser uma ótima oportunidade para aprofundar, tirar um projeto da gaveta ou aprender algo novo (uma linguagem, framework ou biblioteca).

Programar é algo meio abstrato no começo. Mas, se você começar vai perceber que código também é uma forma de se expressar no mundo. E as mulheres são minoria quando se trata de expressar através da tecnologia.

Apenas 17%* das pessoas brasileiras que programam são mulheres. Há uma série de dificuldades para mulheres conhecer, entrar ou permanecer na área de tecnologia e ciência, principalmente por conta do machismo e sexismo enraizado na sociedade.

Em 2016, dados do IBGE apontaram que a proporção de mulheres conectadas à internet foi maior que a de homens: 65,5% delas tinham conexão, enquanto eles 63,8%. Fica a questão: Quantas dessas mulheres sabem como a internet funciona e tem habilidade de programar?

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De uma conversa entre amigas, surgiu a "CodeMigas". A necessidade das estudantes de graduação de Ciência Política da UFPE em aprender programação e analisar dados foi o insight para criar algo a fim de facilitar a aprendizagem do que, até então, é considerado pouco comum na área das Ciências Humanas e Sociais. E ainda, o desejo de enfrentar os desestímulos e o machismo quando se trata das mulheres fazendo coisas socialmente estabelecidas como sendo dos homens.

"A ciência é um ambiente repleto de grandes mentes criativas. Contudo, a maior parte do reconhecimento é dada aos homens que, desde cedo, são estimulados a enveredar por determinadas áreas do conhecimento, sobretudo as que envolvem tecnologia." (CodeMigas)

Um ambiente inclusivo e que proporcione a criatividade, estimule a tentativa e simulação de erros é fundamental para aprendizagem. Porém, na maioria das vezes, esse espaço não é aberto para mulheres, principalmente quando envolve Tecnologia ou Ciências Exatas.

"Pra dar um upgrade na alma de cientista social, comecei a estudar programação pra valer. Mas isso não é de hoje, e sempre faltava aquele empurrãozinho... Daí eu vi que o problema estava em não me sentir capaz. De ser uma mulher arrodeada por homens e tendo que lidar com cobrança a mais por isso." (Letícia Machado, co-fundadora do CodeMigas)

 

Então, vamos juntas hackear o sistema!

 

"Nossa ideia inicial era se reunir aos sábados pela manhã para estudarmos juntas (Inicialmente, R e Python). Notamos que essa não era uma dificuldade só nossa. Então, colocamos a ideia na rede para convidar mais mulheres a se juntarem a nós!"(CodeMigas)

Em poucos dias, mais de 70 mulheres da área de Ciências Humanas demonstraram interesse no CodeMigas. As comunidades PyLadies e Women Who Code se aproximaram para apoiar a iniciativa, ensinar programação do zero e auxiliar compartilhando experiência na organização de comunidades.

 

[Foto: Juntas elas vão hackear o sistema. CodeMigas, PyLadies e Women Who Code iniciam atividades em parceria]

 

O primeiro encontro da CodeMigas ocorreu no dia 14 de Abril, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH-UFPE), para selar o propósito e dar início as atividades. O ponto de partida são os mesmos sentimentos e objetivos:

  • Aprender a programar do zero;
  • Não ter medo de errar;
  • Pôr em prática o conhecimento obtido;
  • Compromisso com o aprendizado.

Na ocasião foram apresentadas as palestras:

 

Os encontros da CodeMigas devem ocorrer aos sábados (a cada 15 dias) em formato de grupo de estudos para aprender a programar com Python, analisar dados e também linguagens voltadas para desenvolvimento web. Todas as informações serão divulgadas no grupo: https://www.facebook.com/groups/codemigas/

A CodeMigas já nasceu provando a falsidade de estereótipos como "mulheres não se interessarem por programação", "programação não combina com Ciências Humanas", "pessoas das Ciências Humanas só sabem ler e viver do que a natureza dá" e tantos outros clichês absurdos que alimentam uma cultura que afasta as mulheres e elitiza o conhecimento tecnológico. 

O letramento tecnológico e a habilidade de programar precisa chegar a mais pessoas e das mais diversas áreas do conhecimento. Sem isso, será muito difícil resolver os problemas sociais e construir um país plenamente democrático e soberano.



Lidiane Monteiro

Fundadora e Desenvolvedora do InspirAda na Computação. Desenvolvedora de Software e Graduanda em Lic. em Computação na UFRPE. Participa das comunidades PyLadies e Django Girls. Joga CS 1.6/Go e Mãe do cachorro Teddy.

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